O Feriado “Dia do Zakat” ou  Ações de Graça  foi comemorado na Escorvânia com presença de autoridades e lideres intermicronacionais.

Este dia é importante ao povo que demonstra sua vontade de colaborar com pessoas que passam dificuldades na vida.

Este feriado é único na lusofonia e demonstra exemplos positivos que devem ser realizados também fora do hobby.


11 de setembro – Participação do Centro Cultural Tsara de Umbanda

Centro Cultural Tsara de Umbanda

Feriado de 11 de setembro – Conhecendo Zé Pelintra – Direitor: Abu Al Abdallah

Vamos apresentar o querido Zé Pelintra aos escorvaneses e turistas no país. Muito me orgulha fazer parte de um país laico e coexistente.

Zé Pelintra

Existem muitas personagens importantes na linha de Zé Pelintra, porém daremos ênfase no mais antigo entre eles e seu nome foi José de Aguiar Santana.
Pais: José de Aguiar Phelintra e Maria de Santana.
Irmãos:
– Maria de Aguiar Santana. ( Maria Pelintra)
– Francisco de Aguiar Santana. (Chico Pelintra)
– Antônio de Aguiar Santana. (Antônio Pelintra ou Caboco Guapindaia)
Naturalidade: Vila do Cabo de São Augustinho – Pernambuco.
Morou em:
– Afogados da Ingazeira.
– Recife – Rua da Amargura, nome exatamente dado a rua em sua época.

Não se sabe ao certo a sua data de Nascimento, foi enterrado no extinto cemitério dos Afogados da Ingazeira com 114 anos segundo os antigos e aparições mediúnicas do Mestre Zé Pelintra.

Em vida foi consagrado dentro da aldeia dos índios Caeté pelo cacique já batizado pelo nome Inácio Gonçalves de Barros, posterior conhecido como Mestre Inácio, o Mestre passou a ser conhecido como o velho Zé Pelintra, fora consagrado a um caboclo cujo qual dava manifestações e fazia curas , por esse motivo em seu Chapéu trás uma Pena em Homenagem ao seu Caboclo.
Após Zé Pelintra se encantar ou fazer a sua passagem para o mundo dos encantados se manifesta em um médium chamado José Gomes da Silva, na Jurema Sagrada de Caboclo e posteriormente na Umbanda.

Zé Pelintra ganhou este nome pela influência do sobrenome de seu pai Phelintra, que segundo os relatos dos praticantes da Jurema Sagrada o pai era branco e sua mãe africana.

Encontramos outras personagens com o nome ” Zé Pelintra” que possuem origens do Rio de Janeiro, Bahia, Paraiba e São Paulo. Também temos manifestações tanto na linha de “esquerda” como de “direita” dentro da Umbanda.

Fonte : Sacerdote Juremeiro Neto

Dicionário de Umbanda – Direitor: Abu Al Abdallah

Dentro do Centro de Umbanda possuímos um dicionário particular e conhecido pelos praticantes. Neste feriado apresentarei algumas expressões populares entre os umbandistas.

Abaçá – Templo, tenda, terreiro de Umbanda.
Abadá – É o nome dado a uma túnica larga e de mangas compridas, usada nos terreiros pelos homens.
Abaré-Guassu: Grande trabalho.
Aiuká – Fundo do mar. Também se diz os domínios de Iemanjá (Rainha do Aiuká).
Aldeia: Terreiro; Templo; o conjunto de pessoas nele contida (caboclo). Tratando-se de terreiros, esta palavra quer dizer a moradia dos espíritos de caboclos na Aruanda.
Aparelho – Médium
Arué – Espírito desencarnado
Bacuro de pemba – Filho de Santo.
Balangandã- Enfeites e ornamentos. Podem também ser amuletos.
Balê – Casa dos Espíritos mortos (desencarnados) ou Cemitério.
Banda: Lugar de origem de entidade; em qual linhagem está ligado a Entidade.
Cabeça-feita- Denominação do médium desenvolvido e que já foi cruzado no terreiro, tendo já definido seu Orixá de cabeça. Médium que já passou pelo ritual do amaci.
Cabeça Maior: Pessoa de alta hierarquia no templo.
Calunga Grande: mar; oceano.
Calunga Pequeno: Cemitério.
Cambono ou Cambone – Auxiliar de Médiuns de Incorporação e o Servidor dos Orixás.
Canjira – Lugar onde são realizados algumas danças religiosas.
Canzuá ou Cazuá de Quimbé – Terreiro, casa, tenda espiritual. Templo.
Chefe de Falange: entidade espiritual muito evoluída.
Chefe de Terreiro: O mesmo que dirigente espiritual.
Compadre: Designação para Exu.
Curimba – Conjunto de instrumentos musicais do terreiro.

Fonte : Centro Pai João de Angola

Fonte: https://jornalhussein.blogspot.com/

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