Os cidadãos e lideres das micronações mais ativas na atualidade estiveram reunidos em Metrópolis (Principado Aristocrático de Terranova) na II Conferência de Relações Internacionais da União das Nações Micronacionais UNAM.

Os temas foram apresentados em uma programação que focava os assuntos  em diferenciados dias na semana, tornando o encontro inédito na lusofonia.

Jornal Al Hussein apresentou naquele primeiro momento a manifestação das autoridades de Terranova.

4/9 – Abertura da II Conferência – Sua Alteza Sereníssima Tywin de Terranova

“Tudo vai bem no nosso hobby quando efetivamente nos dispomos a sentar e conversar abertamente, com franqueza e com respeito, entre nós. Se deixarmos nossas vaidades pessoais e nossas arrogâncias fora da sala de debates, não será a garantia de que nossos interesses prosperarão, mas será o sinal de nossa boa-vontade para sentar, ouvir, falar, dialogar e negociar, o que são os primeiros passos para que algo de bom aconteça.

Terranova é hoje um dos mais novos projetos micronacionais em funcionamento, estamos chegando apenas agora ao nosso nono mês de funcionamento, e muitas de nossas instituições ainda não foram criadas ou não funcionam plenamente. Somos 12 cidadãos, alguns mais ativos e outros um pouco menos, como ocorre na maioria das chamadas micronações sérias, e ainda temos uma infinidade de postos e funções a serem ocupados por aqueles que estejam disponíveis. Mesmo assim, durante a elaboração totalmente diplomática de nossa Carta Constitucional, nós já mantivemos um órgão de estado completo e responsável pelas nossas atividade diplomáticas, o qual funciona até hoje e serve de exemplo para muitas outras nações….

Enfim, caros amigos.

Em Terranova a diplomacia é uma política de estado levada com a máxima seriedade, que respeita de forma intransigente acordos e tratados internacionais, ou mesmo costumes e tradições diplomáticas micronacionais não formalizadas mas que definem aquilo que podemos chamar de boas-práticas na diplomacia micronacional. E não fazemos isso por vaidade, mas por compromisso e por respeito a todos os demais projetos micronacionais, porque acreditamos que um bom relacionamento na diplomacia demonstra a seriedade do projeto e o caráter de seus líderes.

Infelizmente, nos últimos anos, apesar de chegada de novos micronacionalistas, temos assistido ao surgimento de um sem número de micronações nanicas e que nada acrescentam ao nosso hobby como um todo, projetos que não possuem sequer uma Constituição ou leis satisfatórias e cujos governantes são inaptos a formular uma pequena nota diplomática. Uma olhada na história micronacional provará que isso não é novidade de nossos dias, o que é incomum é a total falta de atitude das micronações mais tradicionais no combate a essas práticas que maculam o micronacionalismo lusófono perante as outras fonias. Obviamente desejamos o crescimento de nosso hobby, mas de forma madura, séria, sustentável e, acima de tudo, fiel ao legado histórico do micronacionalismo lusófono.

Ainda hoje, recebi com grande espanto a notícia de que a CFM – Confederação de Futebol Micronacional não possui uma política séria e eficiente de combate aos paples e que, provavelmente, uma grande parte dos times existentes pertencem a meia dúzia de pessoas, sendo que algumas chegam a possuir quatro times! Pasmem, senhores, é possível formar um campeonato nacional, com quatro times diferentes e sua micronação ser uma one-man-nation. Pessoalmente, acredito tratar-se de ingenuidade na formação da Confederação e que os erros ainda podem ser corrigidos, mesmo assim, fatos como estes lançam à lama a imagem de nosso hobby.

Espero que esta reunião seja um espaço para debater as sérias questões que afetam o micromundo na atualidade e que todos venham com o espírito aberto para ouvir e ser ouvido. E que ao final destes dias, este novo Centro de Convenções e Sala de Concertos que inauguramos com este primeiro evento, e que denominamos de Salão Nacional de Terranova, tenha servido de templo sagrado da alta diplomacia e das relações exteriores.

Sejam todos e todas bem-vindos e aproveitem a estada em Terranova!
Skaal!”

Sua Alteza Sereníssima o Príncipe Tywin I Fitzgerald.
Príncipe Regente de Terranova.

4/9 – Lorde Fellow Darcy – Secretário de Estado (Terranova)

“Sem dúvida alguma, hoje o Principado Aristocrático de Terranova alegra-se por sediar a IIª Conferência de Relações Exteriores da UNAM. Um momento que se cria um espaço fecundo para aproximação e o debate de temas relacionados ao micronacionalismo.
Agradeço a todos que estiveram implicados na preparação e desenvolvimento deste evento. Em nome da Secretaria de Estado de Terranova, dou as boas-vindas a todos e espero que estes dias de trabalhos e atividades micronacionais sejam para o crescimento do espirito micronacionalista lusófono.

Mais uma vez, toda a Terranova alegra-se em tê-los aqui em nosso meio. Com isso, convidamos todos para visitar os pontos turísticos de Terranova e também conhecer o nosso fórum e as nossas atividades.

Saudações! Skaall!”

4/9 – Lorde Ander Batland – Ministro dos Esportes (Terranova)

“Bom dia prezados, é um prazer poder participar deste grande evento. Vejo que o micronacionalismo tem caminhado a passos largos ultimamente e fico feliz em poder fazer parte desta crescente. Porém como todos sabem assumi a presidência da CFM este mês com muita alegria e vontade de atrair cada vez mais o público micronacional…”

5/9 – Senhor Björn Fitzfellow – (Tutor do Instituto Geográfico Nacional de Terranova)

“Sou Björn Fitzfellow, da Casa Waldorf Darcy e também sou o Tutor do IGN-TN (Instituto Geográfico Nacional de Terranova) e em nome do Instituto dou as boas-vindas a todos os Congressistas. Fico muito feliz por este evento da UNAM aquí em Terranova.

Espero que todos sintam a vontade e que este Congresso alcance os seus objetivos.
Sejam todos bem-vindos!”

5/9 – Sua Excelência Henrike Lothbrok (Chanceler de Terranova)

“Sou Henrike Lothbrok e estou Chanceler de Terranova. É com muita alegria e seriedade que recebemos e participamos como sede desta II Conferência de Relações Internacionais a fim de dialogarmos essas relações entre povos e fortalecermos ainda mais micronacionalismo. Certos de que está conferência contribuirá para o fortalecimento de redes, a colaboração entre os povos e os intercâmbios culturais, desejo a todos nós, uma ótima conferência e me coloco a inteira disposição de todos.”

No dia 9 de setembro um chat no Messenger foi aberto e mais de 15 micronacionalistas estiveram presentes, o objetivo foi confraternização e dialogo para novas relações internacionais.

Notamos presença de cidadãos do Reino Semita da Escorvânia, Sacro Reino de Piratiní, Principado Aristocrático de Terranova, Reino de Gastón, Reino Unido de Afrikanda e Brigância, Reino do Barin e Venezolívia.

II Conferência de Relações Internacionais: Participação escorvanesa  

Sua Majestade o Kfah Abbas I dos escorvaneses e Secretário-Geral da UNAM agradeceu nesta abertura da II Conferência Internacional todos os envolvidos, segue o conteúdo na integra.

“É com alegria que participo desta II Conferência de Relações Internacionais para dialogarmos pacificamente e fazermos de fato o verdadeiro micronacionalismo.

O Principado de Terranova sem dúvidas foi escolhido por ter capacidade de receber um evento desta magnitude, anteriormente todos os membros da UNAM estiveram em Porto Alegre e neste inicio de setembro povos do Oriente e Américas estão reunidos na Europa com objetivos de trocar informações e trabalhar um futuro melhor ao nosso hobby.

Agradeço o trabalho árduo dos cidadãos de Terranova, Piratiní, Gastón e Escorvânia que acreditam em um micronacionalismo coexistente. Em nossas reuniões provamos que podemos trabalhar em equipe e agregar benefícios aos nossos países.

Senhores,

Estamos realizando algo inédito na lusofonia nesta II Conferência, teremos vários assuntos importantes sendo demonstrados por dia, estaremos reunidos em Terranova até o dia nove, buscando cooperação, coexistência e fraternidade aos povos do micromundo.

Alteza Sereníssima Tywin de Terranova e Nobre Lorde Fellow Darcy,

Devemos repudiar qualquer ação que tenha como objetivo humilhar ou perseguir outros povos, trabalhando um micronacionalismo humano e solidário. O Reino Semita da Escorvânia acredita no potencial da América e de novos projetos no micromundo, mas também temos conhecimento de que o hobby necessita ser trabalhado com qualidade e devemos cooperar com aqueles que desejam cooperação.

Majestade Celso de Piratini e Excelência Irina Sopas de Gastón,

Não devemos esquecer o passado negro que aprisionava nosso hobby, tantas e tantas vezes presenciamos ataques virtuais ferrenhos e xenofóbicos contra novos micronacionalistas, criando um ambiente de medo e preconceito, porém em dois mil e quinze este tipo de crime foi combatido fortemente e lideres na lusofonia levantaram a bandeira dos direitos humanos. Nos dias de hoje ainda necessitamos recordar os novos, pois sua liberdade e sua paz foram conquistadas por projetos que lutaram incansavelmente contra o racismo e intolerância religiosa.

Alteza Real Elvis de Piratiní e Excelência Renato Miguel de Venezolivia,

Durante esta Conferência nossa delegação estará participando sobre assuntos como cooperação Internacional, economia e Direitos Humanos, no dia nove estaremos reunidos em um chat no facebook, onde poderemos confraternizar e filosofar sobre o atual cenário micronacional.

Comunidade Intermicronacional,

Desejo aos participantes ótimos dias neste maravilhoso evento e que levem aos seus povos mensagens de fraternidade e iluminação recebidas em Terranova.

No verdadeiro micronacionalismo coexistente!”

Abbas I
Kfah do Reino Semita da Escorvânia

Fonte: https://jornalhussein.blogspot.com/   

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