RESPOSTA AO PACTO PEREGRINO

Reino da Itália – Império Alemão – Reino de Pathros
A/C dos Governos Nacionais das Repúblicas Unidas de Portugal e Algarves, e do Sacro Reino dos Pampas:

“O Reino de Gastón, que recentemente adentrou o micronacionalismo lusófono, em momento algum objetivou iniciar uma guerra intermicronacional, ou apossar-se de territórios alheios.

No micronacionalismo praticado fora da lusofonia é normal arrolar bens imóveis macro, mesmo que estes estejam em territórios já reivindicados, dessa forma o Reino de Gastón caiu num erro.

Graças ao esclarecimento da Sua Majestade Francesco III Pellegrini do Reino da Itália ficou óbvio de que o Reino de Gastón não deve reivindicar as Casas de Gastón no Brasil e em Portugal, mesmo que estas sejam de propriedade sua no mundo macro.

Visto isto, o Reino de Gastón, publicou no seu Diário Oficial o Decreto MOPT2 de 26 de janeiro de 2013 que anula o inciso III do artigo 4º do Decreto MOPT1 de 21 de Janeiro de 2013 que reivindicava a Casa de Gastón – Brasil; o inciso I do artigo 5º do Decreto MOPT1 de 21 de Janeiro de 2013 que reivindicava a Casa de Gastón – Portugal; e os artigos 8 e 9. Mantendo assim apenas a sua reivindicação sobre as Ilhas Ramree e Máfia.

A diplomacia é a arte de representar os interesses de um país no estrangeiro, a promoção do direito e das relações internacionais, é a finura no trato, a astúcia, a arte de bem tratar, e é assim que discórdias entre organismos micronacionais e / ou micronações devem ser resolvidos, e foi acreditado nisso que a questão Gastòn – Portugal – Pampas foi solucionada de forma pacifica.

Sua Majestade, D. Afonso I, Rei de Gastón, atravês da Presidente do Gabinete Real, Irina Sopas, apresenta suas desculpas por qualquer transtorno causado as partes envolvidas.

Presidente do Gabinete Real
Reino de Gastón
Irina Sopas”

Entenda:

No dia 21 de Janeiro de 2013, o Ministério das Obras Públicas e Território, por meio do Decreto MOPT1 de 21 de Janeiro de 2013, reivindicou os territórios da Ilha RamreeIlha de Máfia, Casa de Gastón – Brasil e Casa de Gastón – Portugal, estes dois últimos, alegadamente já reivindicados pelo Sacro Reino dos Pampas, conforme informado por Sua Majestade, D. Osvaldo I dos Pampas.

A reivindicação errónea dos territórios por parte do Reino de Gastón por pouco deu inicio a uma guerra micronacional, que foi resolvida através de correspondência oficial veiculada pelo O Informante (lista Intermicronacional dedicada à distribuição de: periódicos intermicronacionais, atos de Governo e demais documentos oficiais e propaganda micronacional).

A atitude do Reino de Gastón de retirar a reivindicação pelos territórios já reclamados, tem sido bastante elogiada no micronacionalismo lusófono, abrindo assim portas para estabelecimento de relações diplomáticas do Reino com outras micronações lusófonas.

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