Sábado, 07 de Julho de 2016 é um dia que ficará marcado para sempre na vida dos gastoneses. É nesta data que o Gabinete Real, comandado pela IS apresenta e divulga o novo Brasão de Armas do Reino e a nova Bandeira.

Há muito este projeto havia começado, mas apenas nos últimos meses, após insistência de outros governantes e do povo, foi posto a cabo e finalizado. Assim o Reino de Gastón conta com dois novos símbolos modernos, mas que carregam implicitamente a história da micronação.

O Brasão

O novo brasão de armas do Reino consiste em um manto que representa a realeza como centro politico do país. No seu topo encontra-se uma coroa, que retrata o símbolo da nação, a base de todo o Reino, o respeito e proteção a soberania. A coroa também representa o poder real de um Direito monárquico.

Por trás do manto real erguem-se as bandeiras dos Condados e do Arquipélago do Reino.

Dentro do manto está o escudo lanceolado cortado em duas partições com um traço horizontal, do flanco direito ao esquerdo do escudo. Na partição superior está representada a linhagem portuguesa, a Casa de Bragança da qual descende Florián, primeiro rei de Gastón. O azul significa o mar, são as graças da Nossa Senhora dos Navegantes, a santa padroeira do país.

O escudo é suportado e defendido por dois Linces-Tigrados de barriga branca, que tocam o elmo, que reproduz os cavaleiros que lutaram pela independência do Reino.

Na divisa encontra-se o lema do Reino de Gastón.

A Bandeira

Bandeira-Oficial

Tal como o novo Brasão, a Bandeira carrega em si a origem do Reino de Gastón e o simbolismo como sua importância. O Sautor (cruz de Santo André) vermelho escuro reflete a ligação do Reino a Igreja Católica e a Sereníssima casa de Bragança, da qual provém Dom Florián, primeiro monarca de Gastón. A coroa centralizada no Sautor é distintiva de poder, luz e monarquia. Simboliza superioridade, e enaltece valores associados à racionalidade, à nobreza. Todavia, a coroa simboliza também humildade, pois quando o monarca curva-se, a cabeça declina-se. O tom dourado que protege a cruz é a reprodução do ouro, da riqueza, do majestoso. O azul que completa a bandeira é homenagem a Nossa Senhora dos Navegantes, título dado a Mãe de Jesus, Maria. A própria é vista como protetora das tempestades e demais perigos que o mar e os rios oferecem ao Reino, visto que este encontra-se circundado pelo Oceano.

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